20 de março de 2016

Pelo prisma do aprendiz


Lidar com o outro é lidar consigo mesmo.
É conquistar, frutificar, sublimar instintos, lidar com o tempo (tão próprio de cada um), exercitar a inteligência para discernir, cumprir com as nossas responsabilidades de maneira honesta.



Ao aceitarmos os outros e a nós mesmos, como somos, é uma forma de sermos reconduzidos a verdade e, assim, termos a possibilidade de expandir em amor e auxílio (inclusive em causa própria).

Muita paz,

Aline

20/03/2016

7 de março de 2016

Assinado:EU

Chico Xavier, em certa ocasião, disse:

"...quando alguém lhe provocar irritações, pegue um copo d'água do pote, beba-a um pouco e conserve o resto na boca, não a ponha fora, nem a engula. Enquanto durar a tentação de responder, deixe-a banhando a língua. Esta é a "água da paz"!

Essa dica faz todo sentido, e foi vivenciada por mim dias atrás. Lembrei dela no exato instante em que me dei conta que qualquer coisa que eu dissesse não surtiria o devido efeito do bem, mas insuflaria o mal estar que me cercava. Confesso que a minha vontade inicial foi cuspir a água, pois é bem mais fácil entrar na vibe perturbadora e trilhar o caminho da provocação imposta. 

Mas sabe aquela lembrança de que o caminho que eu traço é minha escolha? Durante alguns dias,   fiz este exercício. No ápice dos insultos velados, mantive-me em silêncio, consciente de que dele dependia a paz que quero pra mim. Conclusão?! Não entrei na teia da discussão sem propósito, não compactuo com falas sem busca de entendimento. 

E a água? Após ter me afastado da fonte desta energia descompensada, passei mal, vomitei em jato. A sensação foi de alívio, e de um extremo cansaço. Venci a batalha contra mim mesma. E nisto, posso compartilhar outro sentimento de Chico Xavier vivido por mim:

"Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor...Magoar alguém é terrível!"

Ah, mas eu não guardo mágoa. Em meu coração só tem espaço para aquilo que me faz bem: o amor e seus derivados :) 



Muita paz,

Aline 
07/03/2016



1 de março de 2016

Saudável companheirismo




A solidão pode não estar associada ao medo de não pertencer a um modelo social, pode não ser sinônimo de isolamento, pode não ter nada a ver com o receio de não ser lembrado por alguém ou o desprezo por si mesmo.

Isolar-se espontaneamente tem lá suas vantagens quando nos dispomos a refletir, a rever nossos valores e atitudes perante a vida. No silêncio interno, podemos descobrir aquela paz íntima que nos inspira comportamentos favoráveis a uma convivência saudável quando sintonizados no bem.  

" O grande desafio contemporâneo para o homem é o seu autodescobrimento.
Não apenas identificação de suas necessidades, mas, principalmente, da sua realidade emocional, das suas aspirações legítimas e reações diante das ocorrências do cotidiano". ( Joanna de Ângelis)

Aline
01/03/2016

24 de fevereiro de 2016

E o meu amor é imensidão!


" O Caminho só existe quando você passa"...e assim observo o meu caminho, dia após dia, pinçando "A" inspiração, surpresa ou "O" sentimento mais forte que aflorou. 

Essa parada, este ajuste do/no olhar tem me ajudado a colocar os pés no momento PRESENTE, isto faz uma diferença positiva em meu viVER

Gratidão ao exercício da gratidão neste trilhar. Sou esta (acima) que faz festa, celebra a vida com aquilo que "tem", pois reconhece em tudo, seja no muito ou pouco, o Amor Divino.

Muita paz,

Aline

24/02/2015

18 de fevereiro de 2016

2a Chance

Através dos erros aprendemos a distinguir o que é certo do que é errado, o que podemos/devemos ou não  fazer. O acerto nos edifica, o erro gera consequência, arrependimento e, por vezes, pedido de perdão.

Quando o ofensor e o ofendido olham o erro como uma oportunidade para o acerto, algo de positivo pode ser feito frente ao que não parecia ter saída. Quem ao errar não gostaria de ter o crédito do tentar novamente e da maneira certa, de fazer diferente de forma consciente? Difícil assunto, não? Pois é "mais fácil" descartar, jogar as mágoas na cara, desconstruir ao bater a porta e jogar a chave.

E se após a chance concedida o outro voltar a errar? Aí o erro também não terá sido o de quem deu o crédito,
e este com sua dignidade deve seguir em frente, um novo caminho, respeitando os seus valores quanto a verdade e dignidade de SER. A responsabilidade é sempre para conosco. Não temos como modificar ou cercear as escolhas dos demais.


Muita paz,

Aline
18/02/2016


11 de fevereiro de 2016

Alavanca do crescimento

 “A dor é uma advertência necessária, um estimulante à vontade do homem, pois nos obriga a nos concentrarmos para refletir, e força­-nos a domar as paixões. A dor é o caminho do aperfeiçoamento. Física ou moral, é um meio poderoso de desenvolvimento e de progresso. É purificação suprema, é a escola em que se aprendem a paciência, a resignação e todos os deveres austeros. É a fornalha onde se funde o egoísmo em que se dissolve o orgulho" ( Léon Denis, em sua obra “Depois da Morte”, Ed., FEB, 1944, Rio de Janeiro/RJ)

Frente a dor, temos a oportunidade de fazer uso da inteligência de maneira a articular e trabalhar a nossa capacidade para o enfrentamento e resolução dos problemas. É preciso coragem, força e vontade.



Muita paz,

Aline
11/02/2016
  

3 de fevereiro de 2016

Benefícios de uma prática...


Dias atrás completou 1 mês que, juntamente com minha amiga Elaine do blog Caminhando e Contando, assumi um compromisso: exercitar a gratidão.

Tem sido uma prática tããããããão prazerosa...Como funciona?! Durante os 366 dias deste ano de 2016, devo postar algo pelo qual me sinto grata. No dia primeiro de janeiro, iniciei o registro em um álbum no Facebook. Observo que ao separar tempo para apreciar as coisas boas, vou expandindo a percepção, o modo de ver e sentir o dia. Ele já não acontece no automático, sinto-me mais presente no presente. E quer saber? Funciona de verdade o que li sobre "quanto mais a gente agradece, mais coisas boas acontecem." 

socióloga da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, Dra. Christine Carter disse duas coisas que achei interessante:  

1 - “Cientistas sociais pioneiras afirmam que 40% da nossa felicidade é intencional, e vem de atividades escolhidas ao longo do dia. Gratidão não é uma característica fixa, é uma habilidade que pode ser cultivada”.
2- “Pesquisadores descobriram que pessoas que praticam a gratidão se sentem mais felizes. Elas são mais alegres, interessadas e determinadas, além de terem tendência maior a serem gentis e prestativas”. 

E então? Que tal deixar as queixas de lado e experimentar colocar a gratidão em ação? Achou 366 dias muito? Comprometa-se em tentar por uma semana, se for gostando (e sei que irá), vá expandindo a meta, duplique...e logo mais o ano terá passado, e você se sentirá uma pessoa mais entusiasmada e atenta, conectada as pessoas, a vida, essencialmente a você mesmo.



Muita paz,

Aline
03/02/2016
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