25 de julho de 2016

Do caos à estrela

A postagem de hoje não é minha, mas algo que eu precisava ler para reabastecer a minha energia.

"Existem acontecimentos que transformam nossas vidas. A perda de um parente, um amigo, uma traição seja ela conjugal ou não, uma doença... enfim, muitas situações.
Fato é que a cicatriz vai permanecer, então precisamos saber como vamos olhar para ela todos os dias. Como algo que nos ajudou ser uma pessoa melhor, ou como algo que nos paralisou no tempo."
Vera L. Nascimento



Acredito que minha alma é japonesa...

Gratidão, Vera, pela ajuda que me prestou, mesmo sem saber. Namastê!

Aline
25/07/2016

Ah, quem gostar de boa leitura, siga a Fan Page dela _ Psicologia para o Autoconhecimento.

18 de julho de 2016

Solte seus cabelos ao vento, não olhe pra trás!


Não entendo porque procura, em você, o estopim da canalhice do outro, quando o outro é canalha porque é, e não motivado por você.
Não consigo compreender porque você busca uma culpa que não tem.
Não, você não é responsável pela falha moral de ninguém. Liberte-se deste grilhão que só causa sofrimento por alguém que não merece sequer a sua lembrança.
Aristóteles disse que `nosso caráter é resultado da nossa conduta`, logo você já sabe o que quero dizer nestas entrelinhas.
Sei que dói, dói muito, e só vai passar quando você tomar as rédeas da sua cura.
Guarde o aprendizado. A partir das experiências, boas e más, aperfeiçoe o seu ser.
Apesar de tudo, creia que na estrada surgirá aquele alguém que valerá a pena...
Enquanto isso...tome posse desse recadinho abaixo...

Muita paz,

Aline 

18/07/2016

11 de julho de 2016

Flori(da)


Em meu coração, um só sentimento: gratidão pelos dias mais recentes, pela oportunidade em conhecer novos lugares, cultura e outras possibilidades, observar com mais atenção o que/quem estava ao meu redor. Eu me abri para novas impressões e perspectivas.

Na mente, um mantra: saboreie, apenas saboreie!



E assim fiz...as pessoas em seu tempo, o meu tempo para captar a essência das pessoas, o meu tempo para sentir apenas o tempo. E assim, ele não voou, foi vivido em cada segundo. Conectei-me com o agora, reaprendendo a respirar pra ser, a perceber para sentir e amar sem pressa alguma...

Aline
11/07/16



28 de junho de 2016

Foi o silêncio que contou...


E quando o amor, atenção, dedicação e respeito que você destina a alguém vem em proporção aquém? E quando o que você fala e não é compreendido, mas tão e somente julgado? E quando você percebe que só você se esforça para que tudo corra bem, que tudo saia a contento? E quando você observa que os outros só te tratam da forma que você acredita que merece, quando há um interesse oculto nisso? E quando a dor das verdades que você descobre quiserem te paralisar? E quando você não tiver mais vontade de nada dizer? Será que existirá alguém que, ainda assim, perceberá o tudo no nada que você diz?



Aline

28/06/2016

17 de junho de 2016

Papo reto

- "Ela me enrolou, mas não tem nada não, farei o mesmo com ela".

Se não tivesse nada, não teria revide. Sabe o que tem? Ego ferido e pensativo: Como alguém pode ousar me fazer de trouxa?

As experiências despertam forças em nossa interioridade, e mesmo que acordem forças negativas e próximas daquela que recebemos, devemos aproveitar essas situações, justamente, para escolher caminhos mais adequados, de forma madura, que permitem agir sem esse velho argumento.

O ideal seria perguntar para si mesmo: Gostaria de receber aquilo que ofereço ao outro?

O tempo é precioso demais para perder com o que não agrega bons sentimentos e atos.




Muita paz!

Aline Caldas

17/06/2016

8 de junho de 2016

Do diálogo ao monólogo

Você já observou o quanto as pessoas estão preocupadas em "falar, falar" sem ter tempo pra ouvir? Como a maioria está acelerada, e o que poderia ser uma conversa proveitosa esbarra na inabilidade de quem só quer opinar? 

Você está comentando algo, o(a) outro(a) vem, interrompe o seu discurso para expor o que pensa, sem ao menos te dar o direito de você concluir o raciocínio. Ele (a) imagina o que você ia falar. Depois, você reinicia do ponto onde parou, e quando evolui um pouco mais...outro corte em seu pensamento, pois o(a) outro(a) já invadiu o espaço de sua fala, quando só ouvia o que pensava que ia te dizer.

E então? Lembrou de ter vivenciado alguma situação parecida?

Está corriqueiro presenciar episódios assim. E o que poderia ser um diálogo vira um monólogo simultâneo. Chega a ser chato, na realidade, é desestimulante.


Existe muita coisa para ser vista, sentida, aprendida, ouvida e dita...de forma mais sutil, hábil e serena .


Aline Caldas
08/06/2016


2 de junho de 2016

A vida anda pra frente

Se você condena o erro de alguém, não faça igual.
Não desça ao nível do agressor após reclamar ter sido agredido.
Não revide o mal. Não vale a pena.

Faça-se luz nas mínimas coisas, não importa se você é apenas um vagalume.



...Ou se ainda não conseguir, aguarde quietinho(a), cultive bons pensamentos e, um dia, você será capaz.

Aline

02/06/2016